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novembro 14, 2008
Afinal... havia outra!
É Sócrates quem acaba de o dizer na sic/notícias
«... o que não há dúvida é que este modelo de avaliação é melhor do que o anterior.»
Afinal... havia outra!
Pasmem os cidadãos: afinal os professores já eram avaliados!
Outras verdades se seguirão: basta estarmos atentos.
Publicado por pilantra às novembro 14, 2008 12:16 PM
Comentários
Outras verdades:
Os meninos e meninas não são sindicalizados mas uisam megafones...
O que se passa não é apenas uma questão de modelos de avaliação duma corporação profissional. O que se passa é um choque de mentalidades. O simplismo "prequiano" (PREC)que ainda acha que "somos todos bons". Se a igualdade de oportunidades, à partida, deve ser a preocupação das sociedades evoluídas, estas, já perceberam há muito que "à chegada", com as mesmas ou até mais desfavoráveis condições, há excelentes, bons, medíocres, maus.
É tempo de abandonar panaceias igualitárias, muito convemientes para as "nódoas", mas que enfermam duma distorcida análise da realidade humana e social; aceitáveis apenas no domínio das crenças religiosas.
Que as mentes se iluminem. E faço votos para que o governo faça o seu trabalho, mesmo que a seguir perca as eleições.
Só
Publicado por: Inês Lourenço às novembro 14, 2008 06:32 PM
Amiga,
O "Só" não é o do Nobre...
Era, "só mais um xbraço"
I.
Publicado por: Inês Lourenço às novembro 14, 2008 06:40 PM
Os megafones, hoje, são vulgares. Não são exclusivo dos sindicatos, longe disso.
Na gravação das novelas há megafones, nas filmagens, nos clubes de futebol, no teatro. Há muitos anos que os megafones deixaram de ser apanágio de sindicatos, manifes e eleições.
Quanto às «teorias igualitárias» cheiram-me bastante a «novas bruxas»: é um modo, como qualquer outro, de fugir às questões e, principalmente, de intimidar os mais ignorantes. Hoje já não se usa a «injecção atrás da orelha», por enquanto.
A Escola Pública é, por definição, igualitária: ela pretende transmitir aos mais novos o saber geral adquirido pelo mais velhos, a «sociedade vigente». A escola é, apenas, um canal transmissor e os professores são os veículos dessa transmissão. O mérito e demérito de cada um é sempre relativamente à mediana construida nesse processo.
É evidente que o caso da Avaliação dos professores é um caso profissional. Mas o que se projecta na opinião pública são as franjas desse problema. A maioria das pessoas que se referem ao assunto ignora o fundamental da questão e expressa opiniões que frequentemente nada têm a haver do assunto, são folclore - digamos assim.
Que isto aconteça com o grande público, entende-se. O problema é mais grave quando implica a tutela: passa a ser um problema de gestão. E nós, em matéria de gestão... basta ouvir «a crise», os silêncios sobre a crise, as nacionalizações dos prejuízos e as privatizações dos lucros.
O Ministério deveria ter mais professores e menos «catedráticos». Isto é: gente que entendesse a fundo das escolas, dos programas, dos estatutos e das várias implicações.
Publicado por: pilantra às novembro 14, 2008 07:55 PM
Inês, ó Inês!...
Lá foi o «se a América», agora aqui é o Só que não é do Nobre! LOL
Andam aqui logros...
Eu cá, mando beijos!
M
Publicado por: pilantra às novembro 14, 2008 11:21 PM